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O impacto da internet das coisas no meio empresarial

Entre as tecnologias que surgiram nos últimos anos, a Internet das Coisas (IoT) se destaca entre as com maior potencial. O conjunto de pequenos gadgets conectados a redes sem fio vai impactar tanto o usuário comum quanto grandes empresas. Em ambientes domésticos, os sensores e aparelhos IoT podem tornar o nosso dia a dia mais prático; já para as empresas, a IoT representa a possibilidade de criar serviços mais eficazes e tornar a cadeia operacional mais flexível.

Apesar de todas as melhorias que a Internet das Coisas pode proporcionar, muitos gestores continuam resistentes para incorporar essa novidade aos processos do seu negócio. Afinal, boa parte deles acredita que o aumento do número de dispositivos conectados a uma rede interna pode ampliar o número de vulnerabilidades.

Você quer saber mais sobre o impacto que a Internet das Coisas pode ter no seu negócio? Então continue lendo este post:

O que é a Internet das Coisas

Normalmente, a Internet das Coisas é um termo utilizado para definir um conjunto de dispositivos — que vão de sensores a assistentes pessoais — que se conectam via redes sem fio para coleta e troca de informações. Esses aparelhos podem ser empregados tanto em ambientes domésticos como analógicos para ampliar a produtividade, a convergência e a integração entre aparelhos.

Hoje, a IoT é vista por muitos como a ponte para um futuro no qual usaremos a rede em todas as nossas atividades, tornando as informações digitais fonte de novos processos e serviços mais eficazes.

A Internet das Coisas e a vulnerabilidade das empresas

Em TI, políticas de segurança corporativas são projetadas para tornar sistemas digitais mais confiáveis e com o menor número possível de vulnerabilidades. Nesse cenário, o uso de gadgets da Internet das Coisas, quando mal planejado, pode, sim, ampliar o número de portas de entradas para malwares.

Ao integrar novos dispositivos ao ambiente digital, a empresa deve redefinir as suas políticas operacionais para garantir que os novos aparelhos não sejam explorados. Isso deverá ser feito por meio de processos como:

  • a otimização de configurações de hardware;

  • a ampliação da cobertura de softwares de monitoramento;

  • e o planejamento de uma rotina de controle de acesso a recursos mais abrangente.

Dessa forma, colaboradores poderão tornar os novos gadgets fontes de serviços mais flexíveis e eficazes.

A flexibilização de rotinas e os negócios mais lucrativos

A Internet das Coisas deve ser vista pelo seu potencial de tornar a nossa vida mais prática e, ao mesmo tempo, tornar o trabalho de gestores de TI mais complexos.

Enquanto entidades reguladoras desenvolvem tecnologias de redes capazes de suportarem o dobro de aparelhos conectados, gestores de TI devem se preparar para os desafios de segurança que a Internet das Coisas trará.

As suas políticas devem ser redefinidas para a capacidade de redes sem o comprometimento da confiabilidade de sistemas. Assim, os novos gadgets poderão agregar valor aos processos internos do negócio, que contará com serviços mais competitivos e eficientes.

Já os softwares gestão empresarial ampliarão a quantidade de informações que gestores possuem para criar novas políticas operacionais, uma vez que estarão mais integrados aos processos internos da companhia.

E você, o que acha da Internet das Coisas? Esses gadgets vão mudar mesmo o mundo? Compartilhe a sua opinião conosco no espaço de comentários!

introducao ao ERP


Marcos Leite

Cofundador da Falcora, Head de Marketing & Vendas e Diretor da área de Projetos de implementação dos Sistemas de Gestão ERP.

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